Aula de revisão vestibular UFU 2010-2

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011 - Por atualidades

revisao-segunda-fase-ufu-2010-2-internet

Bioética - aborto - arquivos

terça-feira, 30 de novembro de 2010 - Por atualidades

Caras e caros,

Eis os arquivos sobre aborto e Bioética. Peço mais uma vez que visitem o site do Drauzio Varella onde encontrarão muitas informações e textos sobre aborto e sobre Bioética.

bioetica-2010-aborto

proposta-de-redacao-aborto

Outras referências para estudo:

http://www.ufrgs.br/bioetica/abortobr.htm

http://www.icb.ufmg.br/mor/mor/Disciplinas/Embriologia/aborto_provocado.htm

http://jusvi.com/artigos/26005

http://www.drauziovarella.com.br/ExibirConteudo/621/abortos-espontaneos/pagina4/alteracoes-imunologicas

Abraços,

Estéfani

Drogas - arquivos

terça-feira, 30 de novembro de 2010 - Por atualidades

Caras e caros,

Eis os arquivos sobre drogas.

drogas-20101

drogas_onu

est-descriminalizacao-da-maconha

No site do Drauzio Varella, pesquisem com palavras chave do seu interesse sobre drogas que vocês encontrarão muito de interessante.

Abraços,

Estéfani

Um dos textos mais bonitos sobre esses dias tristes da Cidade Maravilhosa

segunda-feira, 29 de novembro de 2010 - Por atualidades

No Rio, as contradições sociais são infinitas

Cabe à polícia lidar com elas; o jogo do bicho, mesmo proibido, é uma tradição centenária


BELTRAME SE REFERE À OCUPAÇÃO DO ALEMÃO COMO A TOMADA DA NORMANDIA. O RIO TEVE O SEU DIA D

FERNANDA TORRES
ESPECIAL PARA A FOLHA

O embaixador do México quis aprender a tocar cavaquinho antes de deixar o Brasil, mas acabou desistindo quando descobriu que não há partitura fiel ao dedilhado dos virtuosos. Cavaquinho se aprende no convívio das rodas de choro.
Na despedida, o embaixador confessou que o Rio de Janeiro, para ele, era como o cavaquinho, maravilhosamente belo na prática e caótico na teoria.
O Rio é a capital universal da informalidade.
Pois um gaúcho da pacata e civilizada Santa Maria, José Mariano Beltrame, aceitou o desafio de chefiar a secretaria de Segurança da ex-Guanabara há dois anos.
Não houve um amigo que não o parabenizasse e, a seguir, comentasse a dor de cabeça que, bar-ba-ri-da-de!, o conterrâneo formado em direito, administração e inteligência estratégica estava prestes a enfrentar.
Cabe à polícia lidar com as contradições da sociedade. No Rio, elas são infinitas.
O jogo do bicho, por exemplo, é uma tradição centenária. Não há ninguém que já não tenha feito sua fezinha. Os anotadores de aposta estão em cada esquina, inclusive na da Secretaria de Segurança, no centro, apesar de ser uma atividade ilegal.
Ninguém acha justo prender o tiozinho da banca, mas, quando se amplia o olhar e se chega aos grandes bicheiros, o jogo já não parece tão inofensivo assim.
Os empresários do jogo do bicho se organizam em feudos fortemente armados que movimentam somas polpudas sem pagar um centavo de imposto, ajudam a corromper a polícia e incluíram os caça-níqueis, ligados às milícias, no cardápio de seus interesses.
Por outro lado, as escolas de samba, patrimônio cultural e turístico do carioca, são financiadas por eles, o que os torna figuras adoradas e folclóricas.
Como deve agir a polícia diante do vespeiro amoroso de pecadores leves e grandes contraventores?
Por que a Mega Sena pode e o bicho não? Se a sociedade deseja sonhar com o coelho e apostar na cobra, por que o bicho é proibido? Talvez porque molhar a mão de um policial saia mais barato do que encarar o fisco. A informalidade gera violência, desordem e dividendos.
Os 20 anos de populismo e assistencialismo eleitoreiro no Rio criaram centenas de zonas abandonadas pelo Estados e ocupadas por poderes paralelos. São décadas ao largo da lei.
Quando José Mariano assumiu o cargo, focou seu plano de ação na questão territorial, a reintegração de posse de áreas esquecidas pelo poder público, tomadas pelas três principais facções criminosas ligadas ao tráfico.
Sua estratégia é das mais antigas: após dominada uma área, duplas de policiais, os Cosme e Damião, ocupam o local em caráter permanente. Conquista-se rua a rua, bairro a bairro, favela a favela.
Na Cidade de Deus, Beltrame se chocou com o lixo e os porcos convivendo com as crianças. Nos postes de luz apagados, fotos e fotos de deputados e vereadores com seus números no TRE.
O secretário é um caso raro de político mais interessado nos problemas concretos da sociedade do que nos lucros eleitorais de suas ações.
Ele se refere à ocupação do Complexo do Alemão como a tomada da Normandia e tem vontade de anunciar o dia e a hora de sua chegada para que os bandidos recuem sem tiros. Ouvindo-o falar, parece até possível.
As recentes ações terroristas precipitaram o avanço sobre a região do entorno da Penha. Centenas de homens de short e sem camisa carregando escopetas foram flagrados fugindo para uma favela aliada. Pode-se batizar o 25 de novembro de 2010 como o dia D do Rio de Janeiro.
A União reserva fatias de sua arrecadação para investir diretamente em educação e saúde, mas a segurança pública não recebe nada do governo federal. Cada Estado depende dos próprios cofres para remunerar seus contingentes. Beltrame defende, entre outras prioridades, que uma fatia do Orçamento da União seja garantida para a segurança dos Estados.
Apesar do sucesso das UPPs, Beltrame sabe que a polícia não resolve as causas da tragédia social nem tem poder de preencher o vazio deixado pelo tráfico.
Cabe, agora, aos outros setores do Estado preencher a lacuna sócio-econômica deixada pelo desmantelamento do poder paralelo.
É preciso entrar com educação, saúde, transporte, cultura, lazer e esporte, é preciso criar perspectiva de futuro para uma população descriminada e mal preparada.
Se as chances de emprego para um rapaz branco, de classe média e que teve acesso à escola já são duvidosas, imagine as de um menino negro e semi-alfabetizado em um sistema de aprovação automática.
Estudos populacionais garantem que cidades compostas de jovens rapazes desocupados enfrentam um nível de testosterona ocioso que facilmente se transforma em agressão, briga, roubo e baderna. Junte-se a isso a corrupção política, a pobreza e a miséria, está pronto o coquetel molotov que atormenta a Guanabara.
A polícia não vai dar jeito na doença histórica da injustiça e da desigualdade, mas talvez possa fazer alguma diferença com relação à impunidade.
O secretário caminha na fina linha que separa a eficiência do abuso. A lei, muitas vezes, age contra; mas sem a lei, ele reconhece, seria muito pior.
Os advogados são os pombos-correios das vontades dos traficantes nas prisões de segurança máxima. O direito à privacidade não permite a gravação de conversas entre um advogado e seu cliente, mas esse direito propicia o comando de ações terroristas mesmo com o mandante atrás das grades.
No dia em que me encontrei com Beltrame, o Rio estava sofrendo uma onda de arrastões, primeiro grande revide dos chefes do tráfico contra as UPPs. A ordem partiu dos presídios.
Além dessa guerra anunciada, Beltrame lida com crimes de colarinho branco e sonegação de impostos que esbarram, muitas vezes, em deputados de índole duvidosa no Congresso.
E o cobertor curto do gaúcho ainda encara a morosidade, a indulgência da Justiça e a falta de um código de ética.
Após investigar e prender um miliciano vereador, Beltrame assistiu incrédulo à Assembleia livrar da cassação o ilustre político porque ele justificou sua ausência dizendo que estava preso.
Nenhuma cidade do Brasil reúne contravenção e cultura, informalidade e política, armas e drogas, turismo e lazer, violência e natureza, céu e inferno como o Rio.
A racionalidade e a firmeza com que Beltrame tem agido em um setor onde a sociedade já havia entregado os pontos lembra as pequenas forças construtivas da Teoria do Caos. São milagres aleatórios que nadam na direção oposta ao aniquilador ralo cósmico da entropia e criam calor, organização, planetas, estrelas, quasares e a própria vida.

Texto muito bacana sobre outra visão sobre o conflito em solo carioca

segunda-feira, 29 de novembro de 2010 - Por atualidades

TENDÊNCIAS/DEBATES

Os protagonistas no Rio são as milícias CLAUDIO BEATO


Estamos assistindo ao fim de um período e ao provável ingresso em outro patamar, que exigirá instrumentos mais amplos que as UPPs

A interpretação oficial corrente sobre os eventos no Rio de Janeiro tem atribuído à reação dos traficantes às UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) a explicação para o impressionante surto de violência.
Trata-se de argumento simplificador, que desconhece o complexo processo que vem se desenvolvendo ao longo de quase duas décadas e que agora ingressa em um novo patamar de organização da atividade criminosa.
Atividades criminosas têm-se estruturado seguindo uma lógica bastante similar nos grandes centros urbanos brasileiros. Iniciam-se com atividades de gangues de bairros em ambientes urbanos deteriorados e assolados por péssimas condições econômicas e sociais.
O aprisionamento desses membros cria um novo patamar de organização, que se estrutura inicialmente no interior das prisões, com formação de coalizões, tendo como objetivo inicial sua proteção e, posteriormente, associação para fins criminais. Essa é a origem de PCC (Primeiro Comando da Capital), Comando Vermelho, ADA (Amigos dos Amigos) ou Terceiro Comando.
Nesse estágio, inaugura-se também um período de intensa competição entre grupos, com uso maciço de armas de fogo e a introdução crescente de mecanismos de corrupção. O amplo domínio territorial desses grupos é a marca desta fase.
Este arranjo se desmorona e o que estamos assistindo são os estertores desse período.
Seus protagonistas encontram-se crescentemente acuados: de um lado, por estratégias do governo estadual que são bastante distintas do padrão vigente; por outro, temos emergência de grupos mais voltados para uma lógica empresarial e com padrões de eficiência criminal mais elevados.
Há uma expansão das atividades comerciais, que agora não se limitam apenas ao tráfico de drogas, mas se estendem a diversos outros tipos de atividades ilegais, tais como a venda informal de serviços e bens públicos por meio de “gatos”, provisão de bens e serviços, como gás, transporte e segurança, e até mesmo exploração de prostituição.
No lugar do violência, a cooptação, o ingresso no mundo da política e a infiltração institucional. Os protagonistas centrais deste processo no Rio têm sido as milícias, para quem o espetáculo exuberante da etapa anterior não é mais funcional para os negócios.
Por sua vez, o Estado do Rio de Janeiro tem atuado firmemente em estratégias visando o restabelecimento da ordem, buscando a erradicação das armas de fogo e a retomada de territórios.
Estamos assistindo ao fim de um período e ao provável ingresso em outro patamar, que exigirá instrumentos e políticas mais amplos e profundos que a bandeira das UPPs. Estas, aliás, devem se multiplicar e deveriam ser parte de um projeto sistêmico e com perspectiva mais estratégica.

Sobre a juventude e a Aids

segunda-feira, 29 de novembro de 2010 - Por atualidades

29/11/2010 - 10h16

Jovens infectados pelo HIV contam como lidam com a Aids e com o preconceito

DIOGO BERCITO
DE SÃO PAULO

A infecção por HIV entre jovens de 13 a 19 anos está se espalhando pelo Brasil.

Negligência quanto à gravidade da Aids é uma atitude arriscada
Sexo oral desprotegido coloca você em risco de contrair DST, inclusive HIV
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De 1991 a 2009, aumentou em 53% o número de municípios com casos da doença nessa faixa etária.

São dados de uma pesquisa que será divulgada na quarta-feira, Dia Mundial de Luta Contra a Aids, pelo Ministério da Saúde. O número foi obtido com exclusividade pelo Folhateen.

O governo vai lançar também nessa data uma campanha de conscientização voltada à discriminação sofrida por jovens com o vírus.

A iniciativa busca evitar situações como a vivida pela paulista Natasha Braz, 17, que nasceu com a doença.

“Um grupo de meninas da escola começou a gritar para ninguém ficar perto de mim, para não pegar Aids”, diz.

O vírus, porém, não é transmitido por proximidade física, e, sim, por sexo desprotegido ou por transfusão de sangue contaminado.

O paranaense Fabrício Stocker, 20, foi infectado pelo vírus no ano passado, ao transar sem camisinha.

“Eu achava que não aconteceria comigo”, diz. “A gente assume os riscos, pensa que é o Superman.”

O baiano Oséias Cerqueira, 22, também contraiu o vírus aos 19 anos, por sexo.

Na época, ele decidiu não contar a todos sobre a doença. “As pessoas não estão preparadas para saber, culpam você por ter HIV”, diz.

O HIV é frequentemente associado a homossexuais com muitos parceiros, apesar de os dados oficiais mostrarem que há mais infecções entre jovens heterossexuais.

“Não precisa contar para transar, desde que você use camisinha”, afirma Oséias. “É uma coisa do foro íntimo.”

Amanda Cristina, 18, age diferente com os namorados. “Deixo claro desde o começo.” A garota, que adquiriu o vírus da mãe, conta que usa camisinha inclusive para sexo oral (leia mais aqui).

Ao esconder a doença, Oséias não podia explicar aos colegas da faculdade o real motivo dos vômitos durante as aulas, causados pelo tratamento para controlar o vírus e manter alta a resistência de seu organismo.

A combinação de remédios necessária é apelidada de “coquetel” e pode causar também diarreias e dores de cabeça. Essas reações podem desmotivar jovens a se tratar.

“É muito difícil tomar os medicamentos, e você pode ter de usá-los pelo resto da vida”, diz Kleber Mendes, 27, soropositivo e idealizador da Rede Nacional de Jovens Portadores de HIV. “Isso nos torna mais responsáveis do que a maior parte dos jovens.”

“Precisa de vontade para continuar o tratamento”, diz José Rayan, 18, de Manaus. “Sofri muito, mas meu organismo se adaptou.”

Usar as medicações foi uma questão de sobrevivência para Hugo Soares, 23, de Belém. Após passar anos com a saúde debilitada, ele fez exame de sangue aos 21 anos. Descobriu ter Aids.

“Meus pais me diziam que era besteira fazer o teste”, afirma o rapaz, que acredita ter sido infectado por volta dos 16 anos. “Resolvi fazer por contra própria”, diz.

Hoje, após aderir ao tratamento, Hugo está com a saúde estável. Mas o vírus ainda o afeta de outras maneiras.

“Eu estava concorrendo a uma vaga de emprego e apareci em um jornal local como portador de HIV”, diz. “De repente, não havia mais vaga.”

“ACHEI QUE NUNCA ACONTECERIA COMIGO”

Charles Guerra/Folhapress
FLORIANÓPOLIS, SC, BRASIL, 25.11.2010 Amanda Cristina 18 que é soro positivo posa para foto no centro da cidade.(Foto Charles Guerra / Folhapress,FOLHATEEN) *** EXCLUSIVO***
“Aos nove anos de idade, uma médica me disse que eu tinha um bichinho na ponta do dedo e que ele ia me secar se eu não me alimentasse direito. Era HIV”, Amanda Cristina, 18
Kiko Sierich/Folhapress
legenda: "Meus pais tinham medo de que os vizinhos soubessem. Mas vi que, quanto mais eu me escondesse, mais preconceito haveria", conta Fabrício Stocker, 20 crédito: Kiko Sierich/Folhapress
“Meus pais tinham medo de que os vizinhos soubessem. Mas vi que, quanto mais eu me escondesse, mais preconceito haveria”, Fabrício Stocker, 20
Alberto Cesar Araujo/Folhapress
 Abends vor dem Spiegel sehen wir den Sonnenbrand, doch wenn das Wetter morgen gut ist, fangen wir von vorne an. Wir klauen noch einen Kasten Bier und dann geht es ins Freibad. Kalifornien liegt nicht vor der Tür und Fußpilz ist angesagt. Doch wenn Du genug getrunken hast, kommen die Wellen von allein und jeder andere Badegast wird für Dich das Surfbrett sein.
“Para quem está no início do tratamento, é muito ruim. Sofri muito, mas meu organismo se adaptou. Hoje, não sinto nada”, José Rayan, 18
Editoria de Arte / Folhapress/Editoria de Arte / Folhapress
Casos de Aids notificados, por tipo de exposição
Editoria de Arte / Folhapress/Editoria de Arte / Folhapress
Você tem medo de pegar AIDS? Você usa camisinnha?
Editoria de Arte / Folhapress/Editoria de Arte / Folhapress
Abrangência

http://www1.folha.uol.com.br/folhateen/837715-jovens-infectados-pelo-hiv-contam-como-lidam-com-a-aids-e-com-o-preconceito.shtml

Bioética - aula introdutória

sexta-feira, 19 de novembro de 2010 - Por atualidades

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Fórum Sociocultural 2010 - Brasil XXI - neste sábado, no INEICOC Ensino Médio

terça-feira, 19 de outubro de 2010 - Por atualidades

Atividades confirmadas para o Fórum Sociocultural 2010 - Brasil XXI


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A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um dos documentos básicos das Nações Unidas e foi assinada em 1948. Nela, são enumerados os direitos de todos os seres humanos.


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